segunda-feira, fevereiro 9, 2026
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III Copa Ippon Sul da Bahia de Kata

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Baner Copa Ippon

A cidade de Itabuna sedia, no dia 25 de setembro, a III Copa Ippon Sul Da Bahia De Kata. O evento será disputado entre duplas com atletas registrados por entidades filiadas ou vinculadas na Federação Baiana de Judô – Febaju, nas modalidades: Nague No Kata, Katame No Kata, Kime No Kata e Ju No Kata. 

As duplas devem ser inscritas através da entidade filiada ou vinculada, em cada uma das modalidades, sem limite de inscrição por entidade, devendo encaminhar a ficha de inscrição a organização do evento através de e-mail (rma_ypon@hotmail.com) ou na sede da Associação Ippon de Judô. A diferença de idade e/ou peso não serão avaliadas na competição. A separação se dá apenas por sexo, sendo masculino, feminino ou misto.

Maiores informações acesse o link a baixo com o regulamento, ou entre em contato com a organização do evento, através do telefone (73) 99177-5542

Regulamento Técnico – III Copa Ippon Sul Da Bahia De Kata

VI Etapa é Marcada por Competitividade entre Equipes

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Foto: Febaju
Foto: Febaju

A Cidade do Saber em Camaçari recebeu neste final de semana, aproximadamente 700 atletas para a VI Etapa do Circuito Baiano de Judô, Super Etapa Sub-21 anos e Campeonato Baiano Sênior. O evento foi marcado pela empolgação e motivação das torcidas, que empurraram seus atletas até as finais. Nessa disputa pelo lugar mais alto do pódio a academia Judô Paulo Fraga levou o primeiro lugar na VI Etapa do Circuito Baiano de Judô, seguida pela Associação Judô Ação, da cidade de Jequié e o Esporte Clube Vitória/FSBA. As três academias vem promovendo uma disputa acirrada, gerando uma troca constante na posição do pódio das Etapas do Circuito baiano de Judô.

Foto: Jonas Farias (Febaju)
Foto: Jonas Farias (Febaju)

Umas das grandes responsáveis pela conquista da academia Judô Paulo Fraga, a atleta de 15 anos, Priscila Guerreiro Santos se recuperou muito bem de um ano de derrotas. Em 2015 a judoca não conseguiu chegar ao pódio, mas persistente não desistiu e já no inicio do ano sagrou-se vice-campeã no regional e agora conquistou três ouros, Sub-18, Sub-21 e Sênior.

“Eu não acreditei no primeiro momento, porque eu venho de um ano inteiro de derrotas (em 2015) só que eu nunca desisti. Meu segredo está em casa, é o meu pai. Ele está sempre do meu lado, independe se eu ganho ou perco, sempre conversa comigo. É a educação que eu tive, aprendi a não desanimar. Não é porque eu perco que tenho que dar as costas e sair. Tenho que dar a volta por cima, ver tudo que já conquistei e saber que posso fazer muito mais”, explica Priscila, que dedica a vitória aos técnicos, amigos e familiares. “Essa conquista eu dedico ao meu pai, a minha mãe que conversa muito comigo,  meus colegas de treino, que me ajudam nos erros, estão sempre do meu lado e logico, ao meu sensei Thiago Fraga e meu Shihan Paulo Fraga”, finaliza.

No Campeonato Baiano Sênior as três equipes se mantiveram no pódio, porém com lugares invertidos. Com 16 participantes e 10 medalhas, sendo seis de ouro, três de prata e uma de bronze, a Associação Judô Ação conquistou o primeiro lugar. Em segundo lugar ficou o Esporte Clube Vitória/FSBA com 12 medalhas, sendo três de ouro, três de prata e seis de bronze, com 18 participantes. A Judô Paulo Fraga ficou com o terceiro lugar conquistando sete medalhas, dos seus sete participantes, sendo três ouros, duas pratas e dois bronzes.

Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal

“Foi um evento brilhante e mais uma vez os nossos atletas mostraram muita determinação e garra em busca de melhores resultados. Graças a Deus conseguimos o nosso objetivo de sermos Campeões Baiano Sênior 2016, a principal categoria do Judô, e ter conseguido classificar 05 atletas para o Campeonato Brasileiro Sênior 2016” comemora o técnico da equipe, Arlon Ferreira.

O Campeonato Brasileiro Sênior funciona como seletiva para o Brasileiro, sendo classificado o atleta campeão de cada categoria. Confira a Baixo os campeões do Sênior e as conquistas das academias, por classe, na VI Etapa do Circuito Baiano de Judô.

O evento contou com o apoio da Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria do Esporte e Lazer, e durante a cerimônia de abertura o Presidente da Febaju lembrou do constante apoio oferecido ao Esporte. “Observamos durantes os jogos olímpicos, mais precisamente nas competições de judô, a importância dos projetos sociais. Afirmo que a Febaju estará ainda mais atuante nesta área. Mas, para isso, contaremos com o apoio de órgãos como a prefeitura de Camaçari, que hoje confirmou, através deste evento, sua grande parceria com o judô baiano”, declara o presidente.

A Federação Baiana de Judô conta também com o apoio do Governo do Estado, através da Sudesb, autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte – Setre.

QUADRO DE MEDALHAS POR ENTIDADE CAMPEONATO BAIANO SÊNIOR

1º      Associação Judô Ação

2º      Esporte Clube Vitória/FSBA

3º      Judô Paulo Fraga

RESULTADO FINAL INDIVIDUAL

MASCULINO

Sênior – Super Ligeiro (-55kg)

1º – Daniel Lima – Judô Paulo Fraga

2º – Rafael Bonfim – Esporte Clube Vitória/ FSBA

3º – Roberto Santos – Centro Múltiplo de Integração Judô Católica

3º – Gilton Andrade – Centro Esportivo Team Gilton Andrade

Sênior – Ligeiro  (-60kg)

1º – Agnovaldo   Reis – Associação Gnoney de Judô

2º – Geraldo Santos – Santa Cruz Judô Clube

3º – Welison Lima – Associação Judô Katas de Desporto

3º – Eudson Silva – Esporte Clube Vitória

Sênior – Meio Leve (-66kg)

1º – Paulo Cruz  – Esporte Clube Vitória

2º – Leonardo Brito – Esporte Clube Vitória

3º – Marcelo Santos – ANJU´S – Associação Nilopeçanhense de Judocas

3º – Jackson Souza – Associação de Judô Coiteense

 

Sênior – Leve  (-73kg)

1º – André Santiago – Associação Judô Ação

2º – Jivanildo Santos -Associação Gnoney de Judô

3º – Matheus Melo – Esporte Clube Vitória

3º – Tiago Dos Santos – Associação GF Judô

Sênior – Meio médio  (-81kg)

1º – Rodrigo Macêdo  – Associação Judô Nova União

2º – Mauricio Luz – Judô Paulo Fraga

3º – Abel Santos – MEAP – Boipeba Judô Clube

3º – Lucas Turqueti – Judô Paulo Fraga

Sênior – Médio (-90kg)

1º –  Leandro Ferrante – Associação Judô Ação

2º – Rodrigo Esteves – Judô Paulo Fraga

3º – Felipe Carvalho – Associação GF Judô

3º – Jorge Santos – Centro Múltiplo de Integração Judô Católica

Sênior – Meio pesado (-100kg)

1º – Lucas Canalle – Associação Judô Ação

2º -Lucas Silva – Associação Cultura Desportiva Jita Kyoei

3º – Italo Loretto – Centro Múltiplo de Integração Judô Católica

 

Sênior – Pesado  (+100kg)

1º – André Pedreira – Associação Schramm de Judô (BA)

2º – Eduardo Santos – Academia Ogawa

3º – Lucas Borges – Esporte Clube Vitória

FEMININO

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Foto: Febaju

Sênior – Super Ligeiro (-44kg)

1º –  Priscila Santos – Judô Paulo Fraga

2º – Luana Dias – Academia Ogawa

3º – Eriele Lima  – Associação Judô Ação

3º – Lícia Souza – Esporte Clube Vitória

Sênior – Ligeiro  (-48kg)

1º – Ana Paula Seidenstucker – Judô Paulo Fraga

2º – Sabrina Correia – Associação Judô Ação

3º -Isadora Souza – Esporte Clube Vitória

Sênior – Meio Leve (-52kg)

1º – Mayara Oliveira – Esporte Clube Vitória

2º – Rosalia Machado – Associação Judô Ação

3º -Maria Fernanda Uzêda – Judô Paulo Fraga

3º – Anairan Nascimento  – Associação de Judô Pombalense

Sênior – Leve  (-57kg)

1º -Luana Mota – Associação Judô Ação

2º – Raila Santos – Esporte Clube Vitória

3º – Tayná Souza – Esporte Clube Vitória

3º – Amanda Silva – Associação Judô Ação

Sênior – Meio médio (-63kg)

1º – Amanda Santos – Esporte Clube Vitória

2º – Larissa Ramos – Associação de Judô Coiteense

3º -Yngrid Santos – Associação de Judô Pombalense

3º – Jussiara Barros – Esporte Clube Vitória

Sênior – Médio (-70kg)

1º – Taiane Santos – Associação Judô Ação

2º – Stefany Dos Santos – Associação de Judô Pombalense

3º – Karen Santos – Academia Ogawa

3º – Luana Pereira – Esporte Clube Vitória

Sênior – Meio pesado (-78kg)

1º – Melina Scardua – Associação Judô Nova União

2º – Naila Santos – Associação Judô Ação

Sênior – Pesado  (+78kg)

1º –  Isabele Melissa De Oliveira – Associação Judô Ação

2º – Fabrícia Silva – Academia Ogawa

3º -Carine Goes – Associação Judô Nintai

3º – Letícia Reis – Associação de Judô Pombalense

QUADRO DE MEDALHAS POR ENTIDADE CIRCUITO BAIANO DE JUDÔ VI ETAPA

1º      Judô Paulo Fraga

2º      Associação Judô Ação

3º     Esporte Clube Vitória/FSBA

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Foto: Arquivo Pessoal

RESULTADO POR CLASSES – CIRCUITO BAIANO DE JUDÔ

INICIANTES

1º – Sespor – Secretária Municipal de Esporte e Lazer de Madre de Deus

2º – Associação Nissei de Judô

3º – Associação de Judô Pombalense

 

SUB- 11

1º  – ASSOCIAÇÃO JUDÔ NINTAI

2º – Clube Itapagipano de Judô

3º – Anju´s – Associação Nilopeçanhense de Judocas

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Foto: Jonas Farias (Febaju)

SUB – 13

1º – Associação GF Judô

2º – Anju´s – Associação Nilopeçanhense de Judocas

3º – Associação José Moreira de Judô

Veteranos

1º – Academia Ogawa

2º – Clube Itapagipano de Judô

3º – Judô Paulo Fraga

4º – Associação Schramm de Judô

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Foto: Jonas Farias (Febaju)

Rafael Silva conquista bronze nos Jogos do Rio 2016

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Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

O peso-pesado brasileiro, Rafael Silva, carinhosamente chamado de Baby, conquistou o bronze na tarde desta sexta-feira (12), na Arena Carioca 2. O gigante de 2,03m e 170kg, ganhador do bronze olímpico em Londres 2012 e de duas medalhas em Mundial (prata e bronze), venceu com muita facilidade, por ippon, o hondurenho Ramon Pileta em sua estreia e o russo Renat Saidov.

Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

O terceiro combate desta manhã foi contra o dono de oito títulos mundiais e atual campeão olímpico, o francês Teddy Riner, que entrou no tatame da Arena Carioca 2 com uma invencibilidade de 109 lutas. Riner aplicou um wazari e acabou levando a melhor. O sul-mato-grossense de 29 anos foi em busca do bronze olímpico contra o holandês Roy Meyer, vencendo na diferença de punições (2-1) e classificou-se para a disputa do bronze.

No duelo contra o uzbeque Abdullo Tangrieve, Baby tratou de usar o seu maior tamanho para dominar a pegada desde os primeiros instantes da disputa do bronze. Quando restavam 2m50, Rafael viu o uzbeque ser penalizado por cortar a pegada de forma irregular. O brasileiro estava na frente, com um shidô contra dois de Tangriev. Bastava não ser derrubado para Rafael colocar a segunda medalha olímpica no peito. Rafael decidiu tentar encerrar logo a disputa e derrubou o rival conquistando um yuko.

A seleção Brasileira almejava conquistar cinco medalhas, mas, com o pódio de baby, o Brasil encerra sua participação olímpica com três medalhas, sendo um ouro de Rafaela Silva e dois bronzes, de Mayra Aguiar e Rafael Silva. Mayra e Baby integram agora o seleto grupo de judocas brasileiros com duas medalhas olímpicas ao lado de Aurélio Miguel, Leandro Guilheiro e Tiago Camilo. 

*Informações de Globo Esporte e CBJ

Mayra Aguiar conquista segundo bronze Olímpico

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Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

A gaúcha Mayra Aguiar conquistou o seu segundo bronze olímpico na tarde desta quinta-feira (11), na Arena Carioca 2. Mayra começou bem, como era cabeça de chave, ela já estreou nas oitavas de final, com um ippon relâmpago, em 39 segundos de luta, contra a australiana Miranda Giambelli. Nas quartas, contra Luise Malzhan, a brasileira foi tática e venceu pela vantagem mínima.

Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

O combate contou com uma grande briga pela pegada. Mayra lutou de forma mais tática e não foi ameaçada. A brasileira acabou levando a melhor, após os quatro minutos regulamentares, por conta de uma punição da oponente.  Na semifinal a disputa entre Mayra e a francesa Audrey Tcheumeo era uma reedição da final do Mundial de 2014, vencido pela brasileira. Com uma tática um pouco mais agressiva, a europeia acabou conseguindo fazer com que Mayra fosse punida quando faltavam 2m30s. Mayra forçou bastante e conseguiu forçar também uma punição da oponente. Faltando 45 minutos para o fim do tempo regulamentar a luta continuava empatada, mas, a brasileira acabou sendo punida mais uma vez, agora por usar a própria perna para tirar a pegada da rival e foi derrotada por Tcheumeo.

Na disputa pelo bronze contra a cubana Yalenis Castillo, a gaúcha jogou a rival para o solo e ela caiu garantindo um yuko. Rapidamente, Mayra conectou a luta de solo e chegou a imobilizar a oponente. Mas ela não conseguiu segurar muito tempo. Castillo recebeu uma punição por falta de combatividade e Mayra segurou a pontuação até o final garantindo o seu segundo bronze olímpico.

“Completei 25 anos e tenho muito caminho pela frente. Agora tem Japão (Jogos de Tóquio 2020). Saindo daqui, começa um novo ciclo. Saio feliz. Não consegui meu maior objetivo, mas dei a volta por cima. É uma satisfação para o atleta conquistar uma medalha olímpica. Pensei que não fosse sentir esse gosto de novo. É um momento muito difícil virar a cabeça, esquecer a derrota e entrar em uma nova competição. Ainda vou lutar muito. É mais uma para a conta de medalhas olímpicas”, comentou Mayra após a vitória.

Estreante em Jogos Olímpicos, Rafael Buzacarini começou bem com um juji gatame (chave de braço) no uruguaio Pablo Aprahamian, vencendo por ippon e avançando, assim, às oitavas-de-final, onde encontrou o japonês Ryunosuke Haga, atual campeão mundial. Dessa vez, foi o brasileiro quem levou uma punição e se despediu da competição mais cedo.

Rafael Silva e Maria Suelen Altheman encerram a participação do Brasil nos Jogos do Rio nesta sexta, 12.

*Informações de Globo Esporte e CBJ

Portela e Camilo caem nas oitavas dos Jogos Olímpicos

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Judô da seleção Brasileira teve o seu pior dia nos jogos Olímpicos do Rio 2016. Nenhum dos atletas representantes do Brasil no dia chegou ao bloco da tarde. Os pesos-médios Maria Portela e Tiago Camilo estrearam com vitória, mas não passaram da segunda luta na Arena Carioca 2.

Em luta tensa na estreia, Maria Portela conseguiu um yuko no golden score para vencer Assmaa Niang, do Marrocos e avançar às oitavas-de-final, onde enfrentou a austríaca Bernadette Graf. Novamente, o confronto foi para o golden score com empate em punições no tempo normal (1-1) e a brasileira acabou sendo punida pela segunda vez por usar uma técnica proibida.

Foto: Júlio César Guimarães/NOPP
Foto: Júlio César Guimarães/NOPP

Tiago Camilo entrou no tatame da Arena Carioca 2 já eternizado na história do esporte brasileiro. Acumulando duas medalhas olímpicas (prata em Sydney 2000 e bronze em Pequim 2008), o veterano de 34 anos está em sua quarta olimpíada e é considerado o judoca mais técnico do país. Porém, o atleta aparenta não possuir mais a explosão de outrora e isso fez a diferença nesta quarta-feira (09).

Tiago começou bem, empolgando a torcida com um yuko e um belo ippon contra o sul-africano Zack Piontek. No embate contra o azeri Mammadali Mehdiyev, o brasileiro abriu um yuko de vantagem no início, mas acabou caindo de wazari, saiu de uma imobilização, mas não conseguiu virar o placar e se despediu de sua quarta participação em Jogos Olímpicos, deixando a Arena emocionado e aplaudido de pé pela torcida brasileira.

“É um sentimento de amor que sempre tive pelo judô e toda minha história no esporte. Fico triste por encerrar assim, sem medalha. Mas fico feliz pelo meu desempenho. Tinha lutado contra esse atleta do Azerbaijão umas duas vezes, ganhei uma e perdi outra. Errei na pegada. Não vou a Tóquio 2020 e queria muito ter conquistado minha terceira medalha. Judô é assim. Tenho duas medalhas e uma boa história. Olimpíada não tem dono e é diferente de qualquer competição. Tem vários atletas chegando do mundo todo. O judô brasileiro cresceu bastante, mas tem que crescer mais porque os outros países encostaram também”, disse o judoca.

O Brasil já conquistou um ouro com Rafaela Silva (57kg), um quinto lugar, de Mariana Silva (63kg) e três sétimos lugares, com Felipe Kitadai (60kg), Sarah Menezes (48kg) e Erika Miranda (52kg).

 

Brasil acumula mais um 5º lugar nos Jogos Olímpicos Rio 2016

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Foto: Marcio Rodrigues -CBJ
Foto: Marcio Rodrigues -CBJ

No quarto dia de disputas dos Jogos Olímpicos Rio 2016 a seleção Brasileira de Judô chega mais uma vez ao bloco final, mas não conquista medalhas. A meio médio, Mariana Silva, era apontada como a atleta com menos chance de ir ao pódio na Arena Carioca 2, já que a judoca nunca passou das quartas de final em Mundial e caiu na primeira rodada de sua estreia na olímpiada de Pequim 2008. Mas, superando as expectativas, Mariana ultrapassou grandes rivais, chegou na semifinal e quase conquistou um bronze.

A atleta classificou-se para a semifinal, mas, ao encarar a eslovena Tina Trstenjak, foi imobilizada pela atual campeã mundial. Na disputa pelo bronze Mariana foi superada pela holandesa Anicka Van Endem, por um yuko, e terminou em quinto lugar em sua segunda participação olímpica.

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

Mariana finalizou com facilidade Szandra Szogedi no primeiro combate e superou a alemã Martyna Trajdos na diferença de punições (3 – 1) para avançar às quartas. Mariana levou a melhor no duelo contra a israelense Yarden Gerbi, campeã mundial em 2013. No tempo normal, o combate terminou empatado sem pontuações e, no segundo minuto do golden score, Mariana conseguiu um waza-ari para a emoção da torcida que não parava de gritar seu nome.

“Gostei muito da minha participação, mas eu vim buscar o que era meu, a medalha. Infelizmente não foi dessa vez. Não economizei nada. Já tinha perdido inúmeras vezes para a alemã. Foi no momento certo que eu ganhei. Estou feliz por ter evoluído. Nunca tinha vencido a israelense também. Fiquei feliz com a torcida, por poder ter um bom desempenho com minha família e meus amigos aqui”, disse.

Victor Penalber também lutou nesta terça-feira(09), mas parou nas oitavas-de-final frente ao árabe Sergiu Toma, depois de vencer Marlon Acácio, de Moçambique, na estreia.

Na quarta-feira (10), será a vez de Maria Portela e Tiago Camilo representarem o Brasil no tatame olímpico. As preliminares começam às 10h e as finais a partir das 15h30.

*Informações Globo esporte e CBJ

 

Brasileiro naturalizado libanês é desclassificado e grita com arbitragem

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Foto: AFP
Foto: AFP

A manhã desta terça-feira (09) foi marcada pela polemica participação do ex-integrante da seleção brasileira, Nacif Elias, naturalizado libanês há três anos. O meio médio foi desclassificado em sua estreia após encaixar, de pé, uma chave de braço, entrada de golpe proibido, no rival argentino Emanuel Lucentti. Nacif Elias reclamou muito ao ser desclassificado e se recusou a deixar o tatame da Arena Carioca 2, discutiu com o juiz e ficou gritando em direção aos mesários. Depois de alguns minutos, o atual vice-campeão asiático, que possuía boas chances de ir longe na Rio 2016, decidiu deixar a área de luta e abandonou o ginásio chorando bastante.

Foto: Danilo Verpa - NOPP
Foto: Danilo Verpa – NOPP

“Fui roubado. Isso é uma vergonha. Treinei muito, é catimba argentina. Arbitragem internacional é uma vergonha, sempre me prejudicam no circuito mundial. O que estão fazendo é uma vergonha porque me naturalizei libanês. Vão me punir por dois anos. Infelizmente não foi dessa vez. Treinei muito. Estou triste por isso”, reclamou Nacif.

Mais calmo e após conversar com a Federação Internacional de Judô, Nacif que havia deixado o local de combates sem os devidos cumprimentos obrigatórios, retornou para fazer a saudação final e pediu desculpas aos juízes, público e tatame. A torcida o aplaudiu de pé e seu técnico chorava copiosamente. “Aceito,  né!? Tenho que respeitar a decisão deles. Acato, faz parte. Treinei muito! Hoje, vivo para treinar. Tinha chances claras de medalha. Não desisto nunca, apesar de ser naturalizado libanês”, disse o atleta.

Técnico do judoca, Gabriel Vicentini lamentou a eliminação do seu comandado e destacou que Nacif trabalhou duro para ir longe nos Jogos do Rio. “Foi um ciclo de muito sacrifício, abriu mão de muita coisa. Passamos por muitas dificuldades, sem receber salário. Ele cumpriu o protocolo do judô, mas a gente não concorda com a decisão. Várias vezes isso aconteceu”, afirmou.

*Informações de Globo Esporte

Rafaela Silva é campeã dos Jogos Olímpicos Rio 2016

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Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

O judô brasileiro tem uma nova estrela e o nome dela é Rafaela Silva. Aos 24 anos, a carioca da Cidade de Deus se consagrou no “quintal” de Casa na tarde desta segunda-feira (08), ao conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com o triunfo, Rafaela se tornou o maior nome do judô brasileiro, sendo a única judoca campeã mundial júnior, sênior e campeã olímpica.

Para subir no lugar mais alto do pódio, Rafaela teve uma manhã brilhante na Arena Carioca 2, enfileirando adversárias. Concentrada e motivada pela torcida carioca que “fez a arena tremer”, Rafaela não precisou de mais do que 46 segundos para despachar a alemã Miryam Roper com dois waza-aris (ippon). No segundo combate, ela derrotou a sul-coreana Jandi Kim com um wazari e ganhou confiança para as quartas de final. “Essa era uma luta que eu sabia que seria mais complicada, mas eu já tinha a estratégia para enfrentar essa coreana. Quando passei por ela, vi que a medalha estava mais próxima”, conta.

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

O duelo das quartas-de-final faria Rafaela reviver a doloroza eliminação em Londres contra a mesma adversária, a húngara Hedvid Karakas.  “Eu fiquei pensando no que aconteceu em 2012 e que eu não poderia deixar que acontecesse de novo aqui, na minha casa”, relembra.

E não aconteceu. Com um waza-ari a um minuto do fim da luta, a brasileira controlou a disputa e se classificou para a semifinal, onde a adversária da vez seria a romena, vice-campeã olímpica em 2012, Corina Caprioriu. Foram sete minutos de luta equilibrada e a vitória só veio com um waza-ari da brasileira no golden score, levando o público à loucura com a classificação à grande final.

Na decisão, ela entrou agressiva e já forçou uma punição à mongol, Sumyia Dorjsuren, líder do ranking, que em seguida empatou o placar nos shidos (1 -1). Com um minuto de luta, Rafaela encaixou o golpe, o árbitro central deu ippon, mas a mesa corrigiu para waza-ari. Tática, Rafaela administrou a vantagem até desabar em lágrimas, com os braços abertos, o alívio da vitória e o ouro garantido. Uma conquista que, para ela, representou uma reposta aos insultos racistas nas redes sociais sofrido após sair derrotada em Londres.

“Disseram que eu era uma vergonha para minha família, que eu não tinha capacidade de estar numa Olimpíada, que era para eu estar numa jaula. E agora posso mostrar para as pessoas que me criticaram que eu posso estar entre as melhores da minha categoria e que eu posso dar alegrias para a minha família.”

Alex Pombo também lutou nesta segunda-feira (08), mas não passou da primeira luta contra o chinês Saiyinjirigala, que pontuou com um yuko a 4 segundos do fim do combate.  

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

*Texto original de CBJ

Erika Miranda termina em 5º lugar nos Jogos Rio 2016

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Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

A meio-leve, Erika Miranda, teve até o momento o melhor desempenho da Seleção Brasileira de Judô, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Após uma vitória de virada na repescagem contra a líder do ranking mundial, a romena,  Andreea Chitu, Erika encarou a japonesa bicampeã mundial, Misato Nakamura, na disputa de bronze. No tempo normal a luta terminou empatada com uma punição para cada, mas no golden score, depois de dois minutos de combate, Nakamura encaixou um golpe e pontuou com um yuko para ficar com a medalha.

O caminho da brasileira começou com uma vitória por ippon (imobilização) sobre a tunisiana Hela Ayari. No duelo contra Yngnam Ma, da China, pelas quartas-de-final, Erika conseguiu forçar uma punição para a chinesa e seguia em vantagem, mas levou um contragolpe a 10 segundos do fim e a arbitragem marcou wazari para a chinesa, tirando da brasileira a possibilidade de disputar sua primeira semifinal olímpica.

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

Charles Chibana também lutou nesta manhã na Arena Carioca 2, fez luta dura contra o japonês Masashi Ebinuma, mas sofreu uma imobilização até o ippon e se despediu mais cedo em sua primeira participação em Jogos Olímpicos. “Estava uma luta bem agressiva e aqui os detalhes fazem a diferença. Me descuidei um pouco e ele acabou me imobilizando”, avaliou Chibana após a luta.

O atleta complementa ainda que vai retomar os treinos e se preparar para Tóquio 2020. “Quando a gente é criança a gente sonha em estar disputando Olimpíada, em ser medalhista olímpico. Eu sonhei e hoje estou vivendo uma realidade. Agora eu sei que é possível, então é levantar a cabeça e treinar mais para 2020. A torcida apoiando, o ginásio inteiro gritando é muito bom. Dá mais motivação para a gente levantar a cabeça, treinar mais ainda para estar sentindo essa energia de novo”, diz.

*Com a informação CBJ

Sarah e Kitadai terminam em 7º nos jogos Olímpicos

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Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

Sarah Menezes e Felipe Kitadai terminaram em sétimo lugar neste sábado, 06, primeiro dia de competições do judô nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Os medalhistas de Londres venceram suas primeiras lutas, caíram nas quartas-de-final e não passaram pela repescagem. No domingo, 07, será a vez de Erika Miranda e Chalers Chibana lutarem na Arena Carioca 2, na Barra da Tijuca.

O resultado não abalou a confiança da equipe brasileira, segundo o gestor de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson. “Nós temos ainda seis dias de competição e mais 12 disputas de medalha. Acho que a nossa equipe está bem preparada e a confiança segue inabalável. Eu acredito que até o dia 12 a gente vai ter resultado muito positivo”, disse.

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

As disputas iniciaram às 10h deste sábado (06) no Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca. A sétima luta na área 2 foi a estreia do Brasil na competição, com o medalhista de bronze nos Jogos de Londres 2012 Felipe Kitadai. O brasileiro conquistou a vitória por yuko, de virada, a dois segundos do fim do combate contra o francês Walide Khyar.

Kitadai perdia a luta nas punições (2 a 1), mas conseguiu jogar o adversário e pontuar para garantir a classificação às oitavas, onde enfrentou o alemão Tobias Englmaier. Com um yuko, novamente, o brasileiro passou pelo alemão, avançou às quartas-de-final e enfrentou Orkhan Safarov, do Azerbaijão. Kitadai foi vencido com um ippon pelo azeri. Na repescagem, o brasileiro sofreu um ippon do uzbeque Diyorbek Urozboev, dando fim à sua participação na competição.

“Não senti que ele ia fazer o golpe, senti que fosse defender o braço. Mas, ele é um grande atleta. Estou chateado, eu sempre tive condições de chegar na medalha, mas o esporte, principalmente o judô, é bem difícil de prever. Eu estava numa situação muito boa, estava crescendo na luta e em menos de um segundo a luta estava perdida. Meu objetivo agora é ajudar o Chibana agora, depois o Alex e colaborar com a equipe”, disse Kitadai. 

Foto: Marcio Rodrigues - CBJ
Foto: Marcio Rodrigues – CBJ

Sarah Menezes reencontrou a sua adversária da semifinal de Londres na estreia, a belga Charline Van Snick, e mais uma vez saiu vencedora na disputa. Sarah aplicou um yuko a dois minutos do fim e se manteve agressiva até o encerramento sem correr grandes riscos e classificou-se para as quartas-de-final.  Mas, na disputa, bem apertada, contra a cubana Dayaris Mestre Alvarez, a brasileira levou uma punição, não conseguiu pontuar e foi para a repescagem.

Contra a mongol Urantsetseg Munkhbat, atual líder do ranking mundial, ambas foram punidas e o confronto só foi decidido no golden score. Sarah defendeu bem uma tentativa de juji-gatame, mas na segunda não resistiu e desistiu do combate com uma lesão no cotovelo direito, de acordo com o doutor Matheus Saito, médico da CBJ que fez o primeiro atendimento à atleta ainda no tatame.

O gestor de alto rendimento da CBJ explica o ocorrido. “Ela sofreu uma luxação no cotovelo direito, provavelmente, já na primeira vez que a menina pegou o braço. Já reduziu a luxação, fez anestésico e foi agora para a policlínica na Vila Olímpica fazer exame de imagem para ver a profundidade da lesão. Ela brigou até onde dava, realmente, o braço virou bastante e lá dentro ela estava sentindo muito”, contou Ney Wilson

*Informações Globo Esporte e CBJ

Confira as chaves completas